quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Inocente

O Inocente (L’innocente, Itália, França, 1976)
Duração: Aproximadamente 125 minutos
Gênero: Drama
Diretor: Luchino Visconti
Roteirista: Luchino Visconti, Suso Cecchi D’Amico, Enrico Medioli
Elenco: Giancarlo Giannini, Laura Antonelli, Jennifer O’Neill, Rina Morelli, Massimo Girotti, Didier Haudepin, Marie Dubois, Roberta Paladini, Claude Mann, Marc Porel

Baseado no livro de Gabriele D’Annunzio, "O Inocente", a história se passa no século XIX, e fala sobre um aristocrata, Tullio (Giancarlo Giannini), que tomado por uma cólera e cega possessão, devido a um par de chifres, faz de tudo para ter sua esposa Giuliana (Laura Antonelli) apenas para si. Porém, não consegue deixar de desejar Tereza (Jennifer O’ Neill), sua amante.

Nunca li, talvez nunca leia um livro de Gabriele D’Annunzio, este é o último filme de Luchino Visconti, cineasta italiano do qual nunca ouvi falar e nunca tinha assistido a um filme sequer. Devo dizer que "O Inocente" seria um filme que eu gostaria que fosse feito com qualquer obra do Machado de Assis.

Uma reconstituição de época perfeita, belas paisagens, cenários luxuosos, realmente um belo filme, para quem pensava que o cinema italiano se resumia a fitas VHS da grande musa italiana Cicciolina.

A atuação de Giancarlo Giannini é muito boa, para quem tinha visto o ator apenas em "Hannibal" foi uma grata surpresa, porém, mais grata surpresa são as tórridas cenas de sexo entre Tullio e Giuliana. Cenas estas que ficaram faltando entre Tullio e Tereza. Aliás, duas belas atrizes, tirando o fato de Laura Antonelli ter pêlos nas axilas.

"O Inocente" é um belo drama italiano, porém, nos dias atuais está um pouco descontextualizado, pois este lance do dinheiro comprar tudo, inclusive a felicidade, o status da pessoa na sociedade podem torná-la uma criatura acima das leis dos homens já não existe mais. Estarei enganado?

Nota: 83%

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Speed Racer

Speed Racer (Speed Racer, EUA, Alemanha, Japão, 2008)
Duração: Aproximadamente 134 minutos
Gênero: Ação
Diretor: Andy Wachowsky e Larry Wachowsky
Roteirista: Andy Wachowsky e Larry Wachowsky
Elenco: Emile Hirsch, John Goodman, Susan Sarandon, Christina Ricci, Paulie Litt, Kick Gurry, Rain, Matthew Fox, Hiroyuki Sanada

Speed Racer (Emile Hirsch), um jovem promissor corredor, é alvo de uma grande companhia, Royalton Industries, que visa obter lucros no automobilismo através de competições com resultados marcados, porém, o jovem Speed se recusa a fazer parte do esquema sujo. Speed e família são alvos de perseguição e o nome da companhia da família é colocado em risco.

Para salvar a empresa familiar, Speed se arrisca em competições ilegais a fim de conseguir ajuda para desmascarar a Royalton. Além de sua família, Speed conta com a ajuda do misterioso Corredor X (Matthew Fox), o qual muito se assemelha a seu falecido irmão.

Os personagens clássicos estão todos lá, Pops (John Goodman), Mom (Susan Sarandon), Trixie (Christina Ricci), Gorducho (Paulie Litt), Zequinha, Sparky (Kick Gurry), além do já citado Corredor X. O mais interessante é aquela ambientação nostálgica do clássico anime se faz presente no longa, dos mínimos detalhes de cenário às vertiginosas corridas, tudo realmente é primoroso.

Mas, primoroso mesmo é ver o esplêndido Match 5, no filme até ganha um upgrade e se torna Match 6, com todo o aparato tecnológico que o tornavam um senhor carro de corrida no desenho animado e aqui no filme não poderia deixar de ser diferente, ver os maravilhosos drifts e acrobacias dos veículos é sensacional.

Se você assistiu aos desenhos clássicos de Speed Racer, como é o meu caso, os irmãos Wachowski fizeram uma puta homenagem ao realizar esta obra prima. Um verdadeiro filme família que tem tudo para agradar desde as crianças aos marmanjos.

Nota: 99%

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sábado, 5 de dezembro de 2009

O Pianista

O Pianista (The Pianist, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Polônia, 2002)
Duração: Aproximadamente 148 minutos
Gênero: Drama
Diretor: Roman Polanski
Roteirista: Ronald Harwood
Elenco: Adrien Brody , Thomas Kretschmann , Frank Finlay , Maureen Lipman , Emilia Fox, Ed Stoppard, Julia Rayner e Jessica Kate Meyer

Baseado em fatos reais, o filme narra a história de Wladyslaw Szpilman (interpretado por Adrien Brody), um pianista judeu polaco, que, durante a Segunda Grande Guerra, viveu no Gueto de Varsóvia e ali ficou até a população judaica ser levada para os campos de concentração. Separado de sua família, de alguma forma, conseguiu evitar que fosse levado e começa ali a luta de um homem pela sua sobrevivência.

O filme, brilhantemente dirigido por Roman Polanski, o pedófilo comedor de cu, é demasiadamente triste, cinza, melancólico, emocionante e tenso, tais adjetivos ainda são insuficientes para descrever tal obra. Refletindo verossimilmente, imagino que seja, como foi a ocupação nazista na Polônia e a constante luta de Szpilman atrás de comida e de um lugar seguro para se refugiar.

Nesta busca por abrigo, Szpilman conta com a ajuda de polacos que lhe concedem lugar seguro e alimento, ora em algum porão, ora em algum apartamento abandonado, porém, de forma não constante e ainda tendo que racionar comida e conviver com o fantasma da doença e ainda não fazer barulho para não levantar suspeitas de que alguém ali há um judeu fugitivo.

A reconstituição dos cenários do filme é primorosa, da luxuosa arquitetura polonesa aos cenários de destruição, o Gueto de Varsóvia é retratado de maneira assombrosa contando com os cadáveres estirados na rua. Aliás, partes das cidades completamente destruídas e Szpilman andando pelos escombros são aterrorizantes.

A atuação de Adrien Brody merece um parágrafo a parte, pois, sua atuação é brilhante, do homem que perde tudo do dia para a noite, beira a insanidade e o que mantém sua sanidade é o piano, realmente uma magistral interpretação, afinal o filme é centrado no ator.

Em minha opinião, sem dúvida um grande filme, uma história sensacional que figura entre as melhores obras a respeito da Segunda Guerra Mundial. Vale a pena assistir se você não o fez ainda.

Nota: 99%

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Bayonetta

Bayonetta, 2009
Gênero: Hack 'n slash
Plataforma degustada: Xbox 360 (Japan)
Desenvolvimento: Platinum Games
Distribuição: Sega


Quando se cria muita expectativa em torno de qualquer coisa, o mesmo pode se tornar uma grande desilusão, a princípio "Bayonetta" foi assim, parecia um clone de "Devil May Cry", porém, conforme o jogo foi sendo degustado, o mesmo provou que eu estava totalmente enganado.


Item de coleção particular.

Pensei em inúmeras possibilidades que poderiam depreciar o jogo, porém, não tenho argumentos com forte embasamento que digam que "Bayonetta" é ruim. Para você curtir o jogo, é preciso que você aceite a proposta a qual "Bayonetta" se propõe, tudo é exagerado, das piadas visuais a alguns diálogos. A sequência inicial do jogo já traduz tudo o que "Bayonetta" será dali para frente. Por exemplo, Bayonetta sair bailando e atirando como se estivesse em uma pista de dança.

Basicamente o enredo principal se concentra em Bayonetta, uma bruxa desmemoriada, cuja função é lutar contra criaturas oriundas do paraíso e busca informações sobre uma misteriosa pedra cujo poder é uma incógnita, para isso Bayonetta parte para algum lugar da Europa chamado Vigrid. No seu caminho Bayonetta encontra Luka, um jornalista, este jura de pés juntos que a bruxa matou seu pai e quer mostrar ao mundo a sua existência.


O negócio é sentar o dedo nestes safados!

Além de Luka, Bayonetta encontra outra bruxa, chamada Jeanne. Jeanne sabe muito sobre o passado desconhecido de Bayonetta. A princípio Bayonetta tem a ajuda de um gordinho chamado Enzo, é ele quem traz informações sobre a misteriosa pedra e sua possível localização. Para obter itens, técnicas, armas entre outros itens, Bayonetta recorre a um demônio chamado Rodin. Além destes personagens, Bayonetta se depara com Cereza, uma pequena garotinha que chama ela de mãe. Quem é o pai? Bem, deixa pra lá.

Traduções via CRX Translator Tabajara:

Luka: "I'm not your pet. The name is Luka. A name you better remember!"

"Eu não sou seu bichinho de estimação. O nome é Luka. Melhor você se lembrar deste nome."

Jeanne: "What's the matter, sweetie? Afraid of something, are you?"

"O que há, querida? Medo de algo, está?"

Enzo: "At least let me get a drink at Rodin's before you start drilling me."

"Pelo menos deixa eu tomar minha dose no Rodin antes que você comece a me explorar."

Rodin: "Your fights are yours alone. I'm only here to watch my handiwork in action."

"A luta é apenas sua. Estou aqui apenas para assistir meu trabalho em ação."

Cereza: "Mummy is a witch, and witches protect people and are very strong."

"Mamãe é uma bruxa, e bruxas protegem as pessoas e são muito fortes."

Filosóficas frases para citar durante um discurso.

Graficamente o jogo é muito bom, como eu jogo em tevê de tubo não consigo ter noção da real capacidade gráfica que o jogo proporciona, aliás, eu ando e defeco para este quesito, porém, eu seria idiota em não concordar que em uma televisão de alta resolução o jogo fique mais bonito. Os inúmeros detalhes dos personagens, suas vestimentas, seus armamentos, as arquiteturas de fase, inimigos, veículos, chefes, enfim, tudo foi milimetricamente pensado, simplesmente sensacional.

A trilha sonora é muito boa, apesar de não ser de meu total agrado, não possuo argumento algum para depreciar as músicas. Os efeitos sonoros são muito bons, jogar com home theater deve ser uma experiência do baralho, pois, em alguns momentos você é surpreendido com ataques vindo por trás e são precedidos por algum som, logo, com o recurso de uma boa aparelhagem sonora, imagino eu, seja possível ter a sensação que o ataque esteja vindo por detrás de você.

A jogabilidade é o que todo hack 'n slash pede, precisão absoluta, não me lembro de ter uma única falha de comando que não tenha sido cometida por mim mesmo. A câmera do jogo é muito competente, o enquadramento durante as lutas são perfeitas, raramente são criados pontos cegos.

Há os Torture Moves, movimentos acionados quando a barra de magia estiver cheia, a barra de magia são as bolinhas abaixo da barra de energia, o jogo pede para você apertar o comando Y + B quando se está próximo a um inimigo e na tela aparece um botão (X, Y ou B), que você deve apertar igual a um desesperado para causar o maior dano possível no inimigo.





Exemplos de execução dos Torture Moves.

Os Torture Moves variam conforme o inimigo. A barra de magia também serve para executar alguns golpes de maior impacto ou efetuar alguma magia que possibilite um maior auxílio a você. Para você encher esta barra você tem três possibilidades, atacar o inimigo, fazer esquivas perfeitas ou usar algum item.

Toda vez que você toma um dano, a barra de magia diminui. Ao efetuar esquivas perfeitas, em quase todos os níveis de dificuldade, com exceção do último nível chamado Climax, é acionado o Witch Time, onde o jogo entra em slow-motion, menos a sua personagem, e possibilita que você saia atacando seus adversários e cause o maior número de danos em um determinado período.


Witch Time é hora de sentar a porrada.

As armas da sua personagem basicamente são as pistolas, porém você pode obter uma espada, garras, chicote, as armas de alguns inimigos e mais alguma outra arma que não consegui obter. Eu particularmente gosto muito de jogar com a espada, ele arranca um belo talo da energia dos inimigos. Para obter armas adicionais é preciso recuperar discos de vinil durante o jogo.

Há algumas sequências FMV, onde basta ficar ligado no comando que aparece na tela e você apertar rapidamente o botão. Em algumas partes do jogo você pilota uma moto, controla um míssil numa eletrizante fase rail shooting e surfa em um pedaço de fuselagem de avião.

Você pode "criar" os itens de energia, resistência e ataque, achei genial, pois tem um lance de alquimia, ao longo do jogo você obtém itens nas cores verde, vermelho e amarelo, dependendo da combinação que você faz você obtém um determinado item.

Nas telas de loading, há a possibilidade de você treinar alguns golpes e combos, há uma lista no lado direito e basta você seguir a ordem de comandos e o ataque sairá, detalhe interessante, ao lado de cada sequência de golpes há o número de vezes que o ataque foi acionado durante o jogo.


Decora essa sequência porra!

Os chefes de fase são enormes, em alguns casos requer uma estratégia semelhante a "Shadow of the Colossus", ou seja, localizar os pontos fracos para poder derrota-los. Um ponto que eu consideraria negativo é a dificuldade, mesmo em níveis mais difíceis o jogo não se mostra tão complicado, uma vez que ao finalizar o jogo e iniciar uma nova partida, todos os itens da partida anterior permanecem na nova partida.


Quanto maior a altura, maior a queda.

Ao término de cada capítulo, além do cálculo de sua performance, há um minigame chamado "Angel Attack", onde você controla uma mira, quase um FPS, e tem que destruir os inimigos que aparecem no cenário, quanto maior o número de inimigos destruídos, maior a recompensa obtida que pode ser trocada por itens ou ser transformada em crédito para compras junto a Rodin.

Para finalizar, gostaria de dizer que Hideki Kamiya (diretor), Mari Shimazaki (design de personagens), Masami Ueda (diretor de som) e toda a equipe fizeram um trabalho do baralho. Obra prima da Platinum Games sem dúvida, que outrora já haviam feito o fantástico "Mad World". Não tenho nem o que discordar da pontuação dada pela revista Famitsu.

Nota: 100%

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Hokuto Musou em 03/10


You Wa Shock!

Hokuto Musou sairá em 03 de 2010 por mais ou menos 8190 ienes, aproximadamente 160 reais.

(Editado em 04/12/2009)
Anteriormente eu tinha colocado 85 reais, mas isso com o câmbio lá pelo início do Plano Real. Desculpem a vergonha que eu passei.

Fonte: Famitsu, Koei

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Muhon no Kaze

O que torna um jogo bom ou ruim em sua opinião? Depende, dirá você caro leitor. Mas uma coisa é certa, quando a equipe de desenvolvimento trabalha de maneira árdua, o resultado é gratificante, inúmeros são os jogos que, cada um de nós considera realmente bons. Porém, e quando esta equipe é de uma pessoa só?

"Muhon no Kaze" (Winds of Rebellion) é um jogo criado por um cara só, ou seja, é um indie game, a mente por trás disso se chama Cris Spiegel. Conheci-o na comunidade "Jogos de Nave" no Orkut e há algum tempo ele vem desenvolvendo o jogo, os personagens, naves, cenários, tiros, explosões, inimigos, chefes, muito s chefes, os efeitos sonoros, as músicas, enfim, tudo o que tem no jogo foi criado pelo próprio Spiegel.


Dois tipos de tiros a sua escolha.

O jogo é um bullet hell que mistura o que há de melhor nos jogos de naves (shmups), influências de "Ikaruga" (a bipolaridade da nave e a capacidade de absorver os tiros inimigos para encher uma barra que potencializa o ataque de sua nave chamada boost) e jogos da Cave (padrões de tiros inimigos vistos em "Dodonpachi" e "Mushihimesama", por exemplo).


Isto aqui é jogo de macho porra!

"Então o que o cara fez é um plágio?" A resposta é não, pois ele não pegou a engine dos jogos citados e simplesmente copiou, colou e renomeou o jogo para "Muhon no Kaze". O que ele fez foi pegar a idéia de alguns jogos e criar um novo jogo, desenvolvendo na raça, desenhando na mão, fazendo pinturas, pegando fotos de satélites, entre outros artifícios.


Saca só o laser do robô sendo repelido pelo laser da nave.

Graficamente o jogo é bonito, todos os objetos foram renderizados, o que dá um aspecto limpo ao jogo, os pequenos detalhes que encontramos durante, por exemplo, como uma base inimiga que derrete ao ser destruída, um canhão de uma nave que ao ser destruída pega fogo, os padrões criados pela enxurrada de tiros.


Olha o tamanho deste mestre! E detalhe, é tu que corre do bichão malandro!

Outro ponto positivo para o jogo são as famosas cutscenes que muito fizeram sucesso em jogos clássicos como "Ninja Gaiden", agora se faz presente aqui em um shmup, algumas no estilo old school. São super rápidas, não tirando a adrenalina que o jogo impõe, ao contrário de alguns jogos, cujo modo história não é cancelável como "Gradius V", "Shapphire" entre outros que cortam um pouco o barato.


Cutscenes bacanérrimas!

As músicas do Cris são realmente boas, algumas fases possuem uma levada heavy metal, outras um rock progressivo e até músicas com levadas eletrônicas, todas se encaixam perfeitamente nas fases dos jogos, aliás, alguns temas foram aproveitados de um projeto que o Cris colocou na gaveta chamado "Den-Jin".

Você pode escutar algumas músicas clicando aqui.

Enfim, eu poderia continuar a escrever mais sobre o jogo, mas este é apenas um preview, quando o jogo estiver finalizado, com certeza farei um review mais elaborado. O que eu posso adiantar nestas versões demos é que eu me diverti pra caramba.

Links interessantes:
Cris Spiegel's Visual Atrocity

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Lançamento: Playstation 4

Caros leitores, vós mesmo meia dúzia de três ou quatro, vocês devem saber que tantas asneiras são anunciadas no Mercado Livre, por sua vez deveria se chamar Merdado Lixo, as quais eu poderia fazer uma postagem por dia sobre as aberrações de preços e produtos, porém, há algumas pérolas que não devem passar em branco. Como o do link a seguir.

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-121330094-playstation-4-lancamento-_JM

Provavelmente, essa porcaria de site vá tirar este curioso anúncio do ar, então, tratei de tirar uma cópia dele.

Só clicar e aumentar.

Meu muito obrigado ao danielhb pela contribuição.

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